O tabuleiro da geopolítica mundial mudou e tem gente no Brasil que ainda não percebeu — ou finge que não vê. Enquanto a esquerda brasileira se ocupa em criar narrativas para justificar o injustificável, o governo de Donald Trump nos Estados Unidos decidiu que a América do Sul não será mais um parque de diversões para ditaduras e influências autoritárias de Rússia e China. E o motivo é simples: segurança nacional e ordem.
A pergunta que os "especialistas" de esquerda se fazem, com um tom de preocupação nítido, é: "Por que Trump começou a dar tanta atenção para a América do Sul agora?". A resposta que eles tentam emplacar é a de sempre, a velha lorota de que os americanos só querem nossos minerais e terras raras. É uma análise rasa, típica de quem parou no tempo. Na verdade, a preocupação de Trump é estratégica e militar. Com a possibilidade real de conflitos globais, os Estados Unidos não podem permitir que o "quintal" de casa seja cooptado por potências que buscam instalar crises de mísseis ou bases de apoio em solo sul-americano.
O que estamos vendo é o crescimento de uma direita assertiva na região, e os resultados são fatos, não opiniões. A Argentina, sob o comando de Javier Milei, recebeu um auxílio de 20 bilhões de dólares e já colhe frutos dessa aproximação. Na Bolívia, figuras como Rodrigo Pais já sinalizam uma abertura para tecnologias como a Starlink e um distanciamento do socialismo fracassado de Evo Morales e Luis Arce. Até o Chile já caminha para um retorno à direita nas próximas eleições.
Enquanto isso, onde está o Brasil? O governo atual parece ter escolhido o caminho do isolamento. Lula insiste em brigar com Trump e com as grandes empresas de tecnologia, as famosas Big Techs, usando palcos como a COP 30 para lançar indiretas infantis. É a tática da "pecinha estragada": o sujeito vê o mundo mudando, vê a economia global exigindo liberdade, mas insiste em abraçar regimes como o de Nicolás Maduro na Venezuela.
A situação da Venezuela é o exemplo mais claro da dissonância cognitiva da nossa esquerda. Todos sabem que a eleição por lá foi roubada. O Maduro não é o presidente legítimo, é um ditador que se mantém pela força e pela fraude. Mesmo assim, o governo brasileiro se isola das democracias modernas para defender esse tipo de sistema. Trump, por outro lado, já posicionou forças militares no Caribe e aguarda a chegada de porta-aviões para mostrar que a porta que Maduro fechou para a democracia será aberta, se necessário, pela força.
A verdade é que essa postura de "xerife da democracia" incomoda quem tem planos semelhantes por aqui. Há quem sonhe em prender a oposição, silenciar vozes contrárias no Senado e aparelhar o Judiciário para garantir uma vitória eterna. Quando os Estados Unidos agem contra Maduro, eles enviam um recado claro: mexer com a liberdade do povo e com a integridade das eleições tem um preço alto. Uma hora, a conta chega.
O isolamento do Brasil é evidente. O fundo bilionário que Lula tentou criar para a Amazônia foi ignorado por potências como Alemanha e Inglaterra. Ninguém quer colocar dinheiro na mão de quem não tem credibilidade e vive às turras com a maior economia do mundo. O pinguço corrupto destrói qualquer confiança que o investidor estrangeiro pudesse ter no nosso país.
A solução para o Brasil não passa por mais controle estatal ou por alianças com ditaduras vizinhas. Precisamos de liberdade econômica, segurança jurídica e um alinhamento com nações que respeitam a ordem e a propriedade privada. O motor da prosperidade é a livre iniciativa, e não o planejamento centralizado de um governo que olha para o passado.
Precisamos de uma revolução mental. É hora de parar de consumir as narrativas prontas da mídia tradicional e começar a olhar para os dados. O mundo está girando para a direita, para a eficiência e para a liberdade. Quem insistir em ficar agarrado ao mastro do socialismo vai afundar junto com o navio, isolado e irrelevante.
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