Sentinelas

Sentinelas
"Não basta enxergar a verdade. É preciso defendê-la."

sábado, 20 de dezembro de 2025

LULA GASTA MEIO MILHÃO EM REDES SOCIAIS PARA TENTAR "MAQUIAR" SEGURANÇA PÚBLICA E O RESULTADO É ZERO

LULA GASTA MEIO MILHÃO EM REDES SOCIAIS PARA TENTAR "MAQUIAR" SEGURANÇA PÚBLICA E O RESULTADO É ZERO

Imagine que você acorda e descobre que, em apenas quatro dias, o governo federal pegou quase R$ 500 mil dos seus impostos e jogou diretamente no bolso de Mark Zuckerberg. O objetivo? Convencer você de que a realidade que você vê na janela de casa não existe. Essa foi a estratégia do governo Lula entre o final de outubro e o início de novembro: gastar uma fortuna em impulsionamento no Instagram e no Facebook para tentar emplacar uma narrativa de que "inteligência vence o sangue", logo após uma grande operação policial no Rio de Janeiro.

Como engenheiro e analista de dados, olho para esses números e vejo uma falha catastrófica de projeto. O governo gastou R$ 450 mil em tempo recorde para criticar a atuação das forças de segurança no Complexo do Alemão e tentar melhorar a imagem desgastada do presidente no setor. O resultado? Absolutamente nada. O algoritmo pode até mostrar o post para milhões, mas ele não tem o poder de mudar a realidade ou o raciocínio de quem sente o medo na pele todos os dias.

O que aconteceu no Rio de Janeiro foi um divisor de águas. Tivemos uma operação necessária contra o Comando Vermelho que resultou na morte de 117 criminosos e 4 policiais. A esquerda, como sempre, tentou criar o espetáculo do "massacre". Houve até uma estratégia profissional por trás do crime organizado para perfilar corpos na rua e chocar a opinião pública, tentando forçar uma narrativa de abuso policial. Mas a "pecinha" que falta na cabeça dessa gente é entender que a informação hoje é descentralizada.

Antigamente, eles controlavam a televisão e o jornal impresso. Hoje, o cidadão comum pega o celular e descobre a verdade em minutos. Enquanto a tia do suposto "motoboy" morto ia para a câmera dizer que o rapaz era inocente, a internet já havia encontrado as redes sociais dele: fotos com armas pesadas, sinais de facção e ostentação de motos roubadas. A mentira tem perna curta, mas na era digital, ela nem chega a começar a correr.

Essa tentativa do governo de comprar a opinião pública via rede social mostra um desespero pedagógico. Eles ainda acreditam na progressão aritmética: "se eu pagar para muita gente falar a mesma coisa, as pessoas vão acreditar". Eles não entendem a progressão geométrica do argumento real. Na internet, o que vence não é quem fala mais alto ou quem paga mais anúncio, é quem tem o argumento que faz eco. Quando um fato é exposto com lógica, ele se replica organicamente. As pessoas copiam, colam e espalham porque aquilo faz sentido para a vida delas.

O governo Lula tentou vender a ideia de que "matar 120 pessoas não adianta nada", mas a população fluminense respondeu com dados: 64% dos moradores aprovaram a operação, inclusive dentro das comunidades. A aprovação do governador Cláudio Castro subiu 10 pontos. O povo quer ordem. O povo quer segurança. O cidadão de bem está cansado de ser refém enquanto o governo gasta meio milhão de reais para fazer carinho em narrativa de criminoso.

Vemos o mesmo padrão de desonestidade intelectual em outras pautas, como a questão do aborto. Recentemente, tentaram emplacar a hashtag "criança não é mãe" para facilitar o aborto sem critérios e sem presença dos pais. Quando a direita apresentou o argumento da proteção à vida, a resposta da esquerda foi o "assassinato de reputações" de sempre, acusando quem defende a criança de apoiar pedofilia. É uma distorção tão absurda que beira a insanidade. Eles conseguem colocar o assunto nos "temas em alta", usam robôs e milícias virtuais para simular um apoio popular que não existe, mas, na hora da pesquisa real, 90% dos brasileiros continuam sendo contra o aborto.

A verdade é que o sistema está em curto-circuito. Eles perderam o controle do fluxo de informações e agora tentam recuperar esse poder através da censura ou do uso desenfreado de dinheiro público em propaganda digital. Mas não há algoritmo no mundo que conserte uma gestão ineficiente e uma ideologia que ignora os valores da família e da segurança pública.

A solução para o Brasil não passa por "impulsionamento de posts", mas pela liberdade de verdade: liberdade econômica para o cidadão prosperar sem o Estado no seu cangote e segurança pública de verdade para que a ordem seja restabelecida. Precisamos de uma revolução mental onde cada brasileiro aprenda a olhar o dado, ignorar a hashtag paga e enxergar a realidade. O dinheiro deles pode comprar o alcance, mas nunca comprará a razão.

O FRACASSO DA AGENDA ESTATISTA E O RETORNO DA DESIGUALDADE EM 2025

  A realidade é um juiz implacável e ela acaba de proferir sua sentença sobre o modelo econômico atual: a desigualdade no Brasil voltou a su...