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terça-feira, 23 de dezembro de 2025

Trump abre investigação sobre a JBS nos Estados Unidos: o tiro pela culatra da "química do Lula"

 
Trump abre investigação sobre a JBS nos Estados Unidos: o tiro pela culatra da "química do Lula"

Imagine que você está em um jogo de xadrez. Você movimenta suas peças, gasta energia tentando convencer o adversário a sentar à mesa e, quando finalmente consegue, tenta dar uma de esperto para forçar a mão dele. No final, você não só perde a jogada, como o adversário vira o tabuleiro na sua cabeça. É exatamente isso que está acontecendo com os irmãos Batista e a JBS nos Estados Unidos.


O cenário é claro e os fatos não mentem. O grupo JBS, que todos sabemos ser um dos pilares de sustentação econômica do atual governo brasileiro, tentou fazer uma manobra geopolítica arriscada. De um lado, pressionaram o presidente americano, Donald Trump, para reduzir as tarifas impostas ao Brasil. De outro, forçaram o presidente Lula a, finalmente, aceitar um diálogo com Trump — algo que o petista evitava a todo custo para manter sua narrativa de "soberania" e briga ideológica.


A estratégia parecia desenhada: criar uma pressão interna nos EUA através do aumento do preço da carne para que Trump, temendo a inflação, cedesse e fizesse um acordo comercial vantajoso para os aliados do governo brasileiro. Mas quem conhece a lógica do mercado e a postura de defesa dos interesses nacionais americanos sabia que isso era brincar com fogo. E a bomba explodiu.


O confronto com a realidade


Recentemente, Trump não apenas percebeu a manobra, como reagiu com a contundência que lhe é característica. Ele acionou o Departamento de Justiça para investigar o que chamou de "colusão ilícita" e "manipulação de preços" por parte de empresas estrangeiras de distribuição de carne. O alvo tem nome e sobrenome: JBS.


Enquanto o preço do gado caía para os produtores americanos, o valor do bife no supermercado não parava de subir. Para um analista criterioso, o cheiro de manipulação artificial é evidente. A tentativa da elite aristocrática de Brasília de usar o mercado de alimentos como arma política contra o governo americano foi um erro de cálculo monumental. Eles acharam que poderiam exportar para o solo americano o mesmo jeitinho que usam por aqui, mas esqueceram que lá as instituições ainda funcionam para proteger o consumidor e o livre mercado contra monopólios ilegais.


A hipocrisia de quem "quer ajudar"


É fascinante observar a hipocrisia desse grupo. Eles se apresentam como os grandes mediadores, os "reis do bife" que conseguem abrir portas diplomáticas. Na verdade, são os mesmos que agiram para trazer de volta o sistema que hoje asfixia a economia brasileira. O dinheiro que financia narrativas e sustenta o "Estado gigante" no Brasil agora está sob a lupa da justiça americana.


O governo brasileiro, por sua vez, assiste a tudo de mãos atadas. Lula não levou nada para a mesa de negociação. Não quis tratar de temas fundamentais como a anistia, o fim da censura ou a segurança jurídica no Brasil. Ele queria apenas a redução das tarifas para beneficiar seus amigos empresários. Como o "não" de Trump foi seco, a alternativa foi tentar forçar o mercado.


O custo da desonestidade intelectual


Para quem ainda acredita que essa é uma questão apenas de "soberania", falta uma pecinha na cabeça. Trata-se de uma investigação criminal sobre práticas que ameaçam o suprimento de comida de uma nação. A JBS possui ativos gigantescos nos Estados Unidos, e a paciência de Washington com empresas que tentam lucrar criminalmente em cima do povo americano acabou.


A solução para esse tipo de imbróglio não passa por acordos de compadres ou manipulação de preços. A solução é a liberdade. Se o mercado está concentrado e os preços estão altos de forma artificial, a resposta correta é aumentar a competição, trazendo novos players para o jogo e deixando a livre iniciativa funcionar.


O Brasil precisa entender que não se constrói prosperidade sendo "amigo do rei". O tiro saiu pela culatra: os Batista agora enfrentam o rigor da lei americana, e o governo brasileiro perdeu seu principal trunfo comercial. A lição é dura, mas necessária: a realidade sempre se sobrepõe à narrativa. No final das contas, quem planta manipulação, colhe investigação.

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