Sentinelas

Sentinelas
"Não basta enxergar a verdade. É preciso defendê-la."

sexta-feira, 19 de dezembro de 2025

Trump expõe hipocrisia de Lula: Amazônia é rasgada por estrada para a COP 30

 
Trump expõe hipocrisia de Lula: Amazônia é rasgada por estrada para a COP 30

A realidade é um tribunal implacável e, mais cedo ou mais tarde, ela cobra o preço das narrativas construídas sobre areia movediça. O que estamos presenciando com a organização da COP 30 em Belém é o exemplo definitivo de que o discurso ambientalista do atual governo não passa de uma embalagem bonita para esconder uma gestão incompetente e profundamente contraditória.


Donald Trump, com sua habitual capacidade de pautar a mídia mundial, jogou luz sobre um escândalo que a imprensa tradicional brasileira tentou abafar: a construção de uma estrada de quatro pistas rasgando a floresta amazônica para facilitar o deslocamento de ambientalistas e autoridades durante o evento. O fato é gritante. Para tentar vender ao mundo a imagem de um Brasil "protetor da floresta", o governo Lula autorizou que se passasse o trator sobre milhares de árvores. É o cúmulo da dissonância cognitiva.


Como engenheiro, sei que o desenvolvimento de infraestrutura é vital. Belém sofre com um trânsito caótico e a nova via, que liga áreas estratégicas ao centro, é necessária para a população local. O problema nunca foi a estrada em si; o problema é a mentira política. O governo Bolsonaro foi massacrado pela mídia e por ONGs internacionais sob a acusação de destruir a Amazônia, enquanto projetos de integração nacional eram boicotados em nome de um purismo ambiental seletivo. Agora, sob o comando da esquerda, "rasgar" a floresta torna-se aceitável desde que o objetivo seja hospedar uma conferência da ONU.


Essa situação revela o que chamo de "hipocrisia como método". Eles criam o problema, vendem a solução moralista e, nos bastidores, agem exatamente da forma que condenam nos adversários. Trump não disse que a Amazônia foi "destruída", como alguns veículos tentaram traduzir para suavizar o golpe. Ele usou o termo exato: a floresta foi rasgada. E para quê? Para que burocratas internacionais possam desfilar em seus carros blindados enquanto discursam sobre preservação.


A desorganização da COP 30 é outro ponto que não podemos ignorar. Relatos apontam pavilhões inacabados, falta de água em banheiros e uma correria de última hora que beira o amadorismo. É o padrão estatal de eficiência: gasta-se muito, entrega-se pouco e a conta, como sempre, fica para o pagador de impostos brasileiro. Enquanto isso, acordos internacionais importantes, como o da União Europeia com o Mercosul — que estava praticamente selado na gestão anterior — continuam travados porque a credibilidade do Brasil no exterior virou fumaça.


A esquerda perdeu o controle da informação. Antigamente, uma contradição desse tamanho seria polida e apresentada como um "sacrifício necessário pelo bem comum" nos jornais de domingo. Hoje, a internet descentralizada permite que o mundo inteiro veja o rastro do trator em tempo real. Não há marketing que resista aos fatos. O discurso do "amor" e da "reconstrução" tropeça na própria ganância por palco e na incapacidade crônica de planejar o país com seriedade.


O Brasil não precisa de eventos faraônicos para provar que respeita seu patrimônio ambiental; precisa de liberdade econômica para que o produtor rural e o cidadão da Amazônia possam prosperar com dignidade. Precisamos de um Estado que saia da frente de quem quer trabalhar, em vez de um Leviatã que desmata para fazer política e tributa para manter privilégios.


Para quem ainda insiste em defender que essa estrada é uma vitória do ambientalismo, sinto dizer, mas parece que falta uma pecinha na cabeça para conciliar esses dois mundos. A verdade é uma só: a máscara caiu.


A solução para o nosso país não virá de conferências internacionais ou de estradas construídas às pressas para impressionar estrangeiros. A solução virá quando pararmos de aceitar narrativas prontas e passarmos a exigir lógica e coerência de quem nos governa. A verdadeira revolução começa na mente de cada brasileiro que decide não ser mais enganado por palavras bonitas que escondem ações destrutivas. Questione, analise os dados e não se deixe levar pelo teatro político. A liberdade exige vigilância eterna e, acima de tudo, o compromisso inegociável com a realidade.

Nenhum comentário:

Postar um comentário

O FRACASSO DA AGENDA ESTATISTA E O RETORNO DA DESIGUALDADE EM 2025

  A realidade é um juiz implacável e ela acaba de proferir sua sentença sobre o modelo econômico atual: a desigualdade no Brasil voltou a su...