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sábado, 13 de dezembro de 2025

Lula escolhe a Venezuela e dinamita a economia: A sabotagem calculada das relações com os EUA

 
Lula escolhe a Venezuela e dinamita a economia: A sabotagem calculada das relações com os EUA

Se você acredita na narrativa de que o governo brasileiro está fazendo um esforço diplomático hercúleo para manter uma boa relação com os Estados Unidos sob o comando de Donald Trump, sinto informar: você está sendo enganado. A realidade dos fatos, nua e crua, mostra o oposto. O que estamos assistindo não é uma gafe ou um erro de cálculo do presidente Lula. É uma sabotagem ativa, consciente e planejada contra os interesses econômicos do Brasil, em nome de uma fidelidade ideológica a uma ditadura falida.


Vamos direto ao ponto, como um engenheiro analisando uma estrutura prestes a colapsar. Havia um aviso claro. Analistas já alertavam que qualquer defesa pública da Venezuela neste momento seria o fim da "química" — se é que ela existiu algum dia — entre o governo petista e a futura administração Trump. O aviso era técnico e pragmático: os Estados Unidos compram 12% de tudo o que o Brasil exporta. Colocar esse fluxo comercial em risco por causa de Nicolás Maduro é, no mínimo, uma insanidade econômica.


Mas o que Lula fez? Não apenas ignorou o alerta, como parece ter atravessado a rua de propósito só para pisar na casca de banana. Ao declarar que "presidente de fora não deve dar palpite na Venezuela" e criticar a postura americana, ele comprou uma briga direta e desnecessária. Ele escolheu, conscientemente, dinamitar as pontes.


A pergunta que o cidadão comum deve fazer é: por quê? A resposta está nos bastidores do poder, onde a lógica da sobrevivência política supera o bem-estar da nação.


Lula não quer negociar com Trump. Negociar exige ceder, exige pragmatismo, e qualquer concessão seria vista pela sua base radical de esquerda como uma derrota. Para ele, é muito mais confortável a posição de "antagonista", de vítima do "império", do que a de um estadista que garante o emprego dos brasileiros que dependem das exportações. Ele sabe que a negociação real implicaria em baixar a cabeça e aceitar termos que ele despreza.


A prova cabal dessa estratégia suicida foi a reunião recente entre Mauro Vieira, nosso chanceler, e Marco Rubio, o escolhido de Trump. A narrativa oficial tentou vender esperança, dizendo que foi "positivo". A realidade? Não saiu absolutamente nada. Zero. Nenhuma garantia sobre tarifas, nenhum avanço real. Foi um encontro vazio. E a esperança da imprensa e de parte do empresariado de que "Trump vai resolver" ou que "Lula vai encantar Trump" é uma ilusão infantil. Marco Rubio segue ordens, e a ordem é clara: sem resolução das questões de perseguição política e liberdade no Brasil, não tem conversa.


O mais irônico dessa tragédia é ver quem são os prejudicados. Lula, ao esticar a corda, não está apenas prejudicando o empresário do agronegócio ou da indústria. Ele está deixando seus próprios "aliados" institucionais em apuros. Figuras do STF, como Alexandre de Moraes, que hoje temem sanções internacionais como a Lei Magnitsky (ficar sem passaporte e sem viagens à Disney), estão vendo o governo federal jogar gasolina no incêndio. Lula não parece se importar nem com a economia, que pode ir para o espaço com novas tarifas, nem com o judiciário, que busca uma saída honrosa. O foco dele é único e exclusivo: a eleição de 2026 e a manutenção do discurso para sua militância.


Enquanto o mundo discute o futuro e a liberdade, o Brasil insiste em se acorrentar ao passado bolivariano. A Venezuela está no centro dessa disputa. Trump quer mudança real; Lula quer manter o regime de pé a qualquer custo.


A conclusão é lógica e inevitável: quem governa para a ideologia não governa para o povo. Estamos rifando nosso futuro comercial e nossa segurança jurídica para defender um ditador vizinho. Não espere que o Estado resolva essa situação; o Estado, hoje, é o causador do problema. A verdadeira prosperidade só virá quando entendermos que relações internacionais devem servir para gerar riqueza e empregos para os brasileiros, e não para afagar o ego de companheiros ideológicos. Ou cobramos pragmatismo agora, ou pagaremos a conta do isolamento muito em breve. Tirem o cavalinho da chuva: a briga apenas começou.

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