O jogo político nos Estados Unidos acaba de subir de nível, e as ondas de choque prometem atingir em cheio as estruturas da esquerda no mundo todo, inclusive no Brasil. Donald Trump, com a caneta presidencial, determinou que o Departamento de Justiça americano inicie uma investigação rigorosa sobre o megainvestidor George Soros, seu filho Alexander Soros e a poderosa Open Society Foundations. A ordem é clara: seguir o dinheiro que, segundo suspeitas, financia grupos de extrema-esquerda, incluindo o Antifa, agora oficialmente classificado como organização terrorista pelo governo americano.
A reação foi imediata e reveladora. Nos bastidores e nos blogs que articulam o pensamento de esquerda, a palavra de ordem é "pânico". A narrativa que eles tentam vender é a de perseguição política, um ataque à "filantropia" e aos "direitos humanos". Alexander Soros, herdeiro do império de 23 bilhões de dólares, chegou a declarar que a Open Society só será desmantelada "sobre o meu cadáver". Uma bravata que soa mais como desespero do que como coragem.
Vamos aos fatos, deixando a hipocrisia de lado. O direito de financiar causas nas quais se acredita é legítimo, tanto para a direita quanto para a esquerda. O problema não é o financiamento em si, mas o que é financiado. E aqui a realidade se impõe sobre a narrativa. O Antifa não é um grupo de debate de ideias. É uma organização que utiliza a violência como método, com táticas de guerrilha urbana, ataques coordenados e uma estrutura descentralizada, muito semelhante a células terroristas como a Al-Qaeda, para silenciar opositores.
A ordem executiva de Trump não surgiu do vácuo. Ela é uma resposta direta à escalada da violência política que culminou no assassinato de Charlie Kirk e em múltiplas tentativas de assassinato contra o próprio presidente e outras figuras conservadoras. O documento presidencial é cirúrgico ao descrever a estratégia da esquerda radical: desumanizar o adversário, rotulando-o de "fascista" e "nazista", para justificar a violência. Em seguida, praticam o "doxing", que é a exposição criminosa de dados pessoais de seus alvos – como endereço e telefone – para incitar perseguição e ataques.
É exatamente o que vemos acontecer no Brasil, onde qualquer voz discordante é sumariamente carimbada com rótulos para aniquilar sua reputação e, em última instância, justificar a censura e a perseguição. A diferença é que, nos Estados Unidos, a resposta está sendo dada dentro da lei, com a criação de uma força-tarefa antiterrorismo para investigar não apenas os executores da violência, mas principalmente as fontes de financiamento.
A investigação mira em crimes como conspiração, terrorismo, lavagem de dinheiro e violação de direitos individuais. E o alvo final, como o próprio Trump já indicou, é aplicar a Lei RICO (Racketeer Influenced and Corrupt Organizations Act) sobre os Soros. Essa lei, criada para combater a máfia, permite a prisão sumária e o confisco de todos os bens de organizações criminosas. Se condenados, os bilhões de dólares que hoje irrigam a agenda progressista no mundo poderiam ser confiscados pelo governo americano.
A esquerda brasileira, financiada em parte por essas mesmas fontes, está apavorada. O Intercept Brasil, por exemplo, já correu para classificar a medida como uma tentativa de "tratar a esquerda como terrorista". É a confissão da hipocrisia. Eles aplaudem quando o sistema aqui no Brasil persegue a direita com acusações sem provas, mas gritam "perseguição" quando a lei, de forma fundamentada, mira naqueles que financiam a violência.
O que está em jogo é a desarticulação de uma máquina de guerra informacional e política que opera em escala global. A atitude de Trump não é um ataque à liberdade de expressão, mas uma defesa da ordem e da verdadeira democracia, onde o debate de ideias não pode ser substituído pela violência e pela intimidação. A revolução mental que precisamos é entender que, por trás das narrativas bonitas de "direitos humanos", muitas vezes se esconde o financiamento do caos. É hora de seguir o dinheiro.
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