A realidade dos fatos é implacável e não se dobra a narrativas de ocasião. O Brasil assiste hoje à institucionalização do que podemos chamar de política do esquecimento, um método onde o governo age para implementar medidas impopulares e, assim que o desgaste bate à porta, finge que nunca esteve presente na mesa de negociações. 🧠 Esse fenômeno é nítido quando observamos a postura do presidente em relação a temas que ele mesmo sancionou ou incentivou. Para quem analisa dados e não apenas discursos, fica claro que não se trata de uma falha de memória, mas de uma estratégia deliberada para transferir a responsabilidade de seus erros para o Congresso ou para fatores externos, enquanto o cidadão comum continua pagando a conta. 💸
O caso da taxa sobre as compras internacionais, a famosa taxa das blusinhas, é o exemplo mais gritante dessa dissonância cognitiva. 🛍️ O governo preparou o terreno ainda em 2023 com o programa Remessa Conforme, criando a infraestrutura para o controle total das importações. Quando a sanção final ocorreu em junho de 2024, o selo de aprovação veio do Palácio do Planalto. É desonesto sugerir que o Congresso agiu sozinho quando o poder de veto estava nas mãos do Executivo. Se o governo realmente se preocupasse com o impacto no bolso do mais pobre, que consome nessas plataformas, teria barrado a medida. No entanto, a sanha arrecadatória para sustentar um Estado inchado falou mais alto que a suposta preocupação social. 🚫
A mesma lógica de conveniência se aplica ao mercado de apostas esportivas, as bets. 🎰 Atualmente, o discurso oficial é de preocupação com o endividamento das famílias e com os problemas sociais gerados pelo jogo. Mas basta olhar o calendário para ver que a lei que regulamentou essa atividade foi sancionada pelo próprio presidente em janeiro de 2024. O governo abriu as portas para as empresas em troca de taxas de outorga e impostos, tratando o vício alheio como uma nova fonte de receita para o Tesouro. Agora que a tragédia social é evidente, o sistema tenta se desvincular da própria criação. Para não enxergar essa contradição, parece que falta uma pecinha na cabeça de quem ainda acredita na narrativa de proteção aos vulneráveis. 🎲
Na economia, a política de favorecer o sistema bancário continua a todo vapor sob o disfarce de programas sociais. 🏦 O governo Lula 3 se transformou em uma máquina de gerar empréstimos. Quase a totalidade dos novos programas, do Desenrola ao crédito para reforma de casas, baseia-se em endividar ainda mais a população. É um ciclo perverso: o Estado cria a inflação com gastos descontrolados, o cidadão perde poder de compra e o governo oferece "ajuda" através de mais dívida no banco. É por isso que o endividamento não para de crescer. O motor da prosperidade deveria ser a livre iniciativa e o trabalho, não o crédito bancário subsidiado que aprisiona o brasileiro em boletos eternos. 💳
A tentativa de regulamentar os trabalhadores de aplicativo também revelou o descompasso entre a ideologia sindicalista da década de 80 e a modernidade tecnológica. 📱 A esquerda tentou, a todo custo, impor amarras que os próprios motoristas e entregadores rejeitaram. A retirada de pauta desses projetos não foi um ato de bondade, mas um cálculo eleitoral frio. Eles sabem que o controle estatal sufoca a liberdade de quem quer trabalhar por conta própria sem sustentar sindicatos inúteis. A verdade é que o sistema teme a descentralização que a tecnologia trouxe, pois um cidadão independente é muito mais difícil de ser controlado do que um trabalhador preso a uma burocracia estatal. ⚔️
A solução para esse labirinto de hipocrisia não virá de quem criou os problemas. O Brasil precisa de um choque de realidade que passe pelo Estado mínimo e pela eficiência administrativa. Enquanto continuarmos aceitando a desonestidade intelectual como método de governo, seremos reféns de uma gestão que arrecada como leão e se esquiva das responsabilidades como se não estivesse no comando. É necessário restaurar a ordem econômica através da responsabilidade fiscal e garantir que o cidadão de bem tenha o direito de gerir seu próprio dinheiro sem a interferência de um Estado parasita. A liberdade é o único remédio capaz de curar essa política do esquecimento que drena as energias e o futuro da nação brasileira. 🗽
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