A realidade se impõe mais uma vez sobre a narrativa, e o que estamos assistindo neste sábado é um dos capítulos mais constrangedores da diplomacia brasileira recente. Enquanto o mundo volta seus olhos para Assunção, no Paraguai, onde ocorre a assinatura histórica do acordo entre o Mercosul e a União Europeia, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva optou pela ausência. O motivo? Uma mistura de birra política e uma tentativa desesperada de reescrever os fatos para massagear o próprio ego. 📉
O cenário é claro: as lideranças reais do bloco, incluindo o anfitrião e presidente do Paraguai, Santiago Peña, o presidente da Argentina, Javier Milei, e os representantes do Uruguai e da Bolívia, estão reunidos para formalizar um tratado que cria uma das maiores áreas de livre comércio do planeta. Do outro lado, temos a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen. Mas a cadeira do Brasil, a maior economia do bloco, está vazia de seu chefe de Estado. Lula decidiu não ir porque, simplesmente, não aceitou que o protagonismo não fosse dele. 🤡
Para entender a manobra, precisamos olhar os fatos sem a neblina da propaganda oficial. A presidência do Mercosul é rotativa e muda a cada seis meses. O mandato do Brasil encerrou-se, e agora o bastão está com o Paraguai. Lula, em uma tentativa típica de quem enxerga o Estado como uma extensão de suas vontades pessoais, tentou adiar a cúpula e estender seu mandato até janeiro. O objetivo era óbvio: assinar o acordo sob sua gestão e vender para a militância a ideia de que ele foi o "pai" da conquista. Como os demais países membros respeitam regras e prazos — algo que parece faltar na "pecinha" da esquerda brasileira —, a proposta foi rejeitada. 🚫
A resposta do Planalto foi montar um teatro paralelo. Lula convenceu Ursula von der Leyen a fazer uma parada no Rio de Janeiro na sexta-feira, antes de ela seguir para o evento oficial no Paraguai. O objetivo? Tirar fotos, gravar vídeos e publicar nas redes sociais como se a assinatura estivesse acontecendo ali, sob a caneta dele. É a criação de uma realidade paralela para consumo interno, uma "fake news" institucionalizada para que a base aliada e a velha imprensa amiga possam aplaudir um feito que, tecnicamente, não ocorreu pelas mãos dele naquele momento. 🎭
A hipocrisia dessa situação é gritante e precisa ser exposta. Esse acordo não nasceu ontem. Ele foi amplamente negociado e chegou a ser assinado em 2019, durante o governo Bolsonaro. Naquela época, o que a esquerda fez? Trabalhou incansavelmente, junto com aliados no Parlamento Europeu, para sabotar o tratado. Criaram narrativas ambientais apocalípticas e difamaram o próprio país lá fora para impedir que o governo anterior colhesse os louros de um avanço econômico. Agora, sem qualquer vergonha, tentam se apropriar do trabalho alheio. É o velho modus operandi: acusam os outros do que fazem e tomam para si o que não construíram. 🤥
Como liberal na economia, defendo que o acordo é vital. Estamos falando de um mercado de 720 milhões de pessoas, uma oportunidade de ouro para o agronegócio e para a indústria nacional. O livre comércio é o motor da prosperidade, e quanto menos barreiras, melhor para a geração de riqueza. Eu torço pelo Brasil, não por políticos de estimação. Se o acordo for bom, que seja assinado. Mas não podemos ignorar o custo institucional de ter um presidente que coloca seus interesses pessoais acima dos interesses de Estado. 💰
O comportamento de Lula gerou mal-estar visível com nossos vizinhos. A Argentina e o Paraguai perceberam a manobra desrespeitosa de esvaziar a cúpula oficial para criar uma agenda paralela no Rio. Isso isola o Brasil e apequena nossa diplomacia. Enquanto Javier Milei ganha destaque internacional defendendo a liberdade e atraindo investidores, o Brasil retrocede a uma diplomacia infantil, movida a ressentimento e marketing enganoso. 🌍
Ainda há um longo caminho pela frente. Após a assinatura em Assunção — a verdadeira, não a encenação carioca —, o texto precisará ser ratificado pelos parlamentos, inclusive o europeu, onde a esquerda costuma travar o progresso. Mas o fato do dia é inegável: o Brasil perdeu a chance de liderar com altivez para se contentar com uma foto de consolação no Rio de Janeiro. A esquerda pode tentar controlar a narrativa, mas os fatos mostram um governo mais preocupado com a própria imagem do que com a integração real e o progresso da nação. 🇧🇷
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